“Era apenas uma questão de tempo até que a indústria da publicidade embarcasse nisso [na arte].”
Todos que têm uma marca ou oferecem um serviço estão cansados de fazer malabarismos para competir pela atenção das pessoas e conquistar um destaque no mercado. Torcemos para que, com muita sorte, sejamos lembrados, mesmo que rapidamente, quando nossos clientes precisarem contratar um serviço ou comprar um produto parecido com o nosso.
Engajar nunca foi tão difícil. Justamente porque nunca foi tão fácil, e todos estão correndo a mesma corrida. Diferenciar-se no mercado é cada vez mais complexo, afinal, são tantas marcas, tantas ideias, que chega a ser até exaustivo para o consumidor fazer suas escolhas. Quem já passou mais tempo escolhendo uma comida no Ifood ou um filme na Netflix do que, de fato, comendo a comida ou assistindo ao filme, sabe o que é esse sentimento.
Por isso, a pergunta que todos fazem é: como se sobressair, ainda mais em um momento em que as pessoas estão querendo fugir das redes sociais?

2025 foi o ano em que as marcas entenderam a importância das brand experiences e as consolidaram como um pilar estratégico dos negócios. Agora, 2026 promete ser o momento em que as experiências se tornam ainda mais culturais, relevantes e conectadas à vida real.
“O fato é que, cada vez mais, o consumidor tem sede de sair de casa, explorar, viver, descobrir novos lugares e novas sensações.”
— Promoview, Insights sobre Brand Experience
Nesse contexto, o marketing de experiências surge como um território fértil para a arte brilhar. Ativações com instalações interativas, galerias itinerantes ou temporárias, eventos sensoriais e experiências onde as pessoas podem aprender, sentir e participar.

Uma pesquisa do Capgemini Research Institute, laboratório global que estuda o impacto das tecnologias emergentes e as tendências das principais indústrias, revelou que 58% dos consumidores afirmam que experiências imersivas podem ser impactantes e valiosas durante a escolha e a compra de produtos ou serviços.
É aqui que convidamos nossos clientes a ousar mais e a nos trazer suas ideias mais criativas (e até mirabolantes) para realizarmos juntos. Queremos levar muito mais do que o nome do seu negócio ou produto para as ruas. Queremos criar experiências que fiquem guardadas na memória das pessoas.

“Se um evento de marca desperta emoções positivas genuínas, as pessoas tendem a associar essas emoções à marca. “Era apenas uma questão de tempo até que a indústria da publicidade embarcasse nisso.”
— Curmudgeon Group, agência especializada em campanhas e projetos de arte que conectam marcas com públicos através de propósito e preservação
E, se você ainda não acredita, deixamos aqui alguns exemplos de grandes marcas que usaram a arte para criar conexões reais e duradouras com seus consumidores:
NIKE
O que fez: Instalações imersivas, exposições interativas e eventos esportivos culturais, como a Nike House of Innovation.
Por que funciona: Transforma o consumo em vivência e posiciona a marca como parte da cultura, não apenas do esporte.
LOUIS VUITTON
O que fez: Exposições de arte contemporânea e colaborações com artistas como Yayoi Kusama, Virgil Abloh e Takashi Murakami.
Por que funciona: A arte se torna extensão do luxo e reforça o caráter cultural da marca.
HERMÈS
O que fez: Sempre conectando seus produtos e divulgações à arte.
Por que funciona: O posicionamento da marca em 2026 solidifica a arte como uma linguagem viva e contemporânea e, assim, se distancia da produção em massa, focando na exclusividade, artesanato e narrativas visuais únicas
RED BULL
O que fez: Festivais, eventos de música, arte urbana, esportes radicais e ocupações culturais.
Por que funciona: Red Bull não vende apenas uma bebida, vende atitude, lifestyle e experiências memoráveis.
NETFLIX
O que fez: Ativações urbanas, cenários físicos de séries, exposições e experiências imersivas, como Stranger Things.
Por que funciona: O conteúdo sai da tela e ganha vida no mundo real, gerando engajamento orgânico.
ADIDAS
O que fez: Ativação de loja em formato da bola da Copa do Mudo FIFA ™ 2026 no Shopping Eldorado. Uma entrega assinada pela Dionisio.AG.
Por que funciona: A marca cria uma experiência imersiva, feita num formato inusitado e gera mídia orgânica através de conteúdos de influenciadores e pessoas comuns.
BANCO ITAÚ
O que fez: Investimento contínuo em arte, cultura e educação, como Itaú Cultural, exposições e instalações urbanas.
Por que funciona: Constrói valor de marca a longo prazo e gera afeto, não apenas awareness.
BANCO DO BRASIL
O que fez: Investiu na arte para tornar a arte de presentear com o Pix mais afetuosa e divertida. Essa também foi uma entrega assinada pela Dionisio.AG.
Por que funciona: Porque cria uma fidelidade emocional com seus clientes. Muitas vezes, o detalhe é o que faz toda diferença.
ABSOLUT VODKA
O que fez: Projetos icônicos com artistas visuais, designers e experiências sensoriais.
Por que funciona: A marca se tornou um ícone cultural ao se associar de forma consistente à arte.
GUCCI
O que fez: Exposições, experiências imersivas, museus temporários e colaborações artísticas.
Por que funciona: A experiência reforça narrativa, identidade e desejo.
Exemplo é o que não falta. Do esporte ao luxo, agora não só o handmade, mas o “artmade”, está cada vez mais mostrando o caminho.
Porque publicidade comunica, mas arte conecta.
Estamos prontos para começar 2026 sendo o seu maior parceiro.
Se o seu negócio aguentar esse impacto, fale com a gente! hello@dionisioarte.com.br





