Anderson Alvez (Andy) @andyalvez, passou parte da infância desenhando com sobras da gráfica do pai. Sua migração para São Paulo, em 2010, foi cheia de desafios. Incluindo um portfólio físico roubado que transformou a sua perda em um novo jeito de criar. Crítico à ascensão da inteligência artificial, o artista alerta sobre a dependência excessiva dos algoritmos que geram uma padronização sem graça da cultura, refletindo sobre a importância do erro, do desapego e dos processos analógicos.
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